Clarificando Eleições Entrar

2º turno · 25 de outubro de 2026 · Presidência da República

Dois planos para o Brasil de 2027 a 2030. Compare antes de decidir.

Lemos os planos de governo registrados pelos dois candidatos e organizamos as propostas por tema, com o que cada um promete, onde concordam, onde discordam e os pontos fortes e fracos de cada caminho.

Site independente, sem ligação com partidos ou campanhas. As cores usadas no site não são as cores dos partidos.

Retrato de Luiz Inácio Lula da Silva
LulaPT · coligaçãoDiretrizes de governo · 84 páginas
Retrato de Flávio Bolsonaro
Flávio BolsonaroPLPlano de governo · 76 páginas

Como o site funciona

Do dado oficial à sua decisão

Tudo parte de fontes públicas, atualizadas todo dia, e chega até você organizado em cinco passos. O site não diz em quem votar: mostra os dados para você decidir.

  1. Fontes oficiais TSE, Câmara, Senado, Portal da Transparência e agências de checagem. Ver todas as fontes
  2. Candidatos planos lado a lado, tema a tema, e o teste de afinidade. Comparar · Fazer o teste
  3. Eleitos e Congresso carreira, projetos, gastos e o que está em votação. Eleitos · Análise · Em votação
  4. Fake news o mapa das checagens das agências. Ver o mapa
  5. Conta gratuita siga quem quiser e acompanhe no seu painel. Criar conta

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Fluxo do site Clarificando Eleições: 1 fontes oficiais atualizadas todo dia; 2 candidatos, com planos lado a lado e teste de afinidade; 3 eleitos e Congresso, com 1.628 eleitos, mais de 60 mil projetos e projetos em votação; 4 mapa das fake news; 5 conta gratuita para seguir, ver o painel e receber avisos. Resultado: cidadão informado, decisão com dados.
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Fontes de notícias e dados

De onde vêm as informações

Dados oficiais do governo e do Congresso, os planos registrados no TSE, a imprensa e agências de checagem de fatos.

Visão geral

O espírito de cada plano

Antes dos detalhes, o que cada documento diz sobre si mesmo e qual papel imagina para o Estado.

Lula

84 páginas13 diretrizesPT, PSB, PV, PCdoB, PDT, PSOL, Rede

“Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil”. Apresenta-se como continuidade do mandato atual, com foco em reduzir desigualdades, ampliar direitos e afirmar a soberania nacional.

Apostas centrais

  • Manter e ampliar programas sociais, salário mínimo com ganho real e fim da escala 6x1.
  • Estado indutor do desenvolvimento: Novo PAC, Nova Indústria Brasil, Petrobras ampliada.
  • Transição ecológica e meta de desmatamento líquido zero até 2030.

Documento complementar

O Setorial de Saúde do PT publicou contribuições à área de saúde (10 páginas, julho de 2026), usadas aqui como apoio.

Flávio Bolsonaro

76 páginas9 eixos“O Brasil vai vencer”

Define-se como uma “alternativa liberal, conservadora, reformista”. Organiza o plano como a “jornada do cidadão”: segurança, proteção, formação, trabalho, crédito, patrimônio e envelhecimento.

Apostas centrais

  • Segurança como prioridade número um, com endurecimento penal.
  • “Tesouraço”: corte de gastos, menos ministérios e revisão da reforma tributária para reduzir impostos.
  • Estado menor e digital; setor privado à frente da infraestrutura (R$ 900 bi em 4 anos).

Valores declarados

Liberdade, família, vida desde a concepção, propriedade privada, democracia, liberdade de expressão e religiosa.

Tema a tema

O que cada um propõe, com prós e contras

Escolha um tema. “A favor” reúne os argumentos de quem apoia a proposta; “pontos de atenção” reúne as críticas mais comuns e o que o plano deixa sem resposta.

Economia e contas públicas

Divergência entre os planos: Alta

Os dois dizem querer juros menores. Lula quer manter a regra atual de controle de gastos sem cortar programas sociais e investimentos; Flávio aposta em corte profundo de gastos.

Lula

Propostas

  • Manter o arcabouço fiscal (a regra atual de gastos), que limita o crescimento das despesas sem cortar gastos sociais.
  • Equilibrar as contas com crescimento econômico, eficiência do gasto, justiça tributária e combate a privilégios.
  • Criar condições para queda sustentada dos juros com inflação controlada.
  • Elevar a taxa de investimento: nova edição do Novo PAC e Nova Indústria Brasil.
  • Aprofundar o mercado de capitais e monitorar o endividamento das famílias.

A favor

  • Preserva programas sociais e investimento público, que sustentaram emprego e renda.
  • Continuidade de regras já em vigor dá previsibilidade.

Pontos de atenção

  • Não traz meta numérica de dívida ou de superávit para 2027–2030.
  • Críticos apontam que a dívida bruta subiu no mandato e que os juros seguiram altos.

Flávio

Propostas

  • “Tesouraço”: corte amplo de gastos e nova regra fiscal focada em estabilizar e reduzir a dívida pública.
  • Superávits primários (gastar menos do que arrecada, sem contar juros) e regra de controle de gastos discricionários dos três Poderes.
  • Cortar no mínimo 10 ministérios, cargos comissionados, penduricalhos e supersalários; seguir com a reforma administrativa.
  • Limitar o crédito subsidiado com dinheiro do Tesouro.
  • Meta de crescer 4% ao ano na próxima década, puxado pelo investimento privado.

A favor

  • Sinal forte de ajuste fiscal tende a ajudar na queda dos juros e da inflação.
  • Ataca o custo da máquina pública (ministérios, supersalários).

Pontos de atenção

  • Não diz quanto será cortado nem de onde.
  • Promete novos gastos ao mesmo tempo: dobrar a verba federal de segurança, 2,5 milhões de casas, vouchers, correção da tabela SUS.
Onde convergem
  • Juros menores e inflação na meta como objetivo.
  • Mais transparência e avaliação dos gastos públicos.
Onde divergem
LulaFlávio
AjusteControle do ritmo de crescimento das despesasCorte profundo de despesas
Motor do crescimentoEstado indutor: PAC, bancos públicos, política industrialInvestimento privado, concessões e PPPs

Consensos

Onde os dois planos dizem quase a mesma coisa

Nesses pontos, escolher um candidato não muda muito a direção. A diferença costuma estar no “como”, indicada abaixo de cada item.

Saúde

Prontuário eletrônico único do paciente.

Lula: pela Rede Nacional de Dados em Saúde. Flávio: ligado ao CPF e à rede privada.

Saúde

Inteligência artificial para organizar filas e agendamentos.

Lula fala em fila única ordenada pela gravidade do caso.

Saúde

Usar a rede privada para atender pacientes do SUS.

Lula: em troca de créditos ou dívidas. Flávio: nos horários ociosos.

Segurança

Atacar o dinheiro das facções.

Flávio adiciona classificá-las como narcoterroristas.

Segurança

Forças Armadas e tecnologia nas fronteiras.

Lula: forças integradas e radares. Flávio: uma tropa de elite nova.

Segurança

Monitorar agressores de mulheres com tornozeleira.

Os dois citam o monitoramento eletrônico.

Educação

Escola em tempo integral, mais creches e internet nas escolas.

Diferem quando falta vaga: Lula quer construir, Flávio aceita voucher.

Social

Manter o Bolsa Família e controlar o efeito das apostas online.

Flávio proíbe usar o benefício em apostas.

Energia

Biocombustíveis, baterias e atração de data centers.

Lula exige contrapartidas ambientais dos data centers.

Indústria

Processar os minerais no Brasil em vez de só exportar a pedra bruta.

Lula: política industrial. Flávio: Estado só como regulador.

Agro

Produzir fertilizantes no Brasil.

Lula: via Petrobras. Flávio: com potássio e fosfato nacionais.

Instituições

Reforma política e mais transparência nas emendas parlamentares.

Flávio adiciona o fim da reeleição.

Planos completos

Todas as propostas, capítulo por capítulo

Aqui está tudo o que cada plano promete, na ordem dos próprios documentos, em linguagem resumida. Use a busca para achar um assunto, por exemplo “creche”, “INSS” ou “arma”.

Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil (84 páginas, registrado no TSE em 8/8/2026)

1. Democracia, participação social e modernização do Estado18 propostas · p. 15–18
  1. Reforma política e eleitoral, chamada de “inadiável”, para aproximar a representação política da composição real da sociedade.
  2. Diálogo permanente, respeitoso e construtivo entre os Poderes e entre União, estados e municípios.
  3. Aprofundar a participação e o controle social; continuar realizando conferências nacionais de políticas públicas.
  4. PPA 2028–2031 ainda mais participativo e participação social no ciclo do orçamento federal.
  5. Debater com a sociedade o sistema de emendas parlamentares (R$ 50 bilhões em 2026, cerca de 1/5 dos recursos livres do Executivo).
  6. Regulação democrática das redes sociais e plataformas digitais para impedir desinformação e campanhas de ódio, com garantia plena da liberdade de expressão.
  7. Diálogo com o Judiciário para reduzir a lentidão da Justiça, respeitando a autonomia dos Poderes.
  8. Aprofundar a valorização dos servidores pela Mesa Nacional de Negociação Permanente.
  9. “Um governo para cada pessoa”: serviços públicos personalizados com base na Base de Dados do Brasil.
  10. Universalizar serviços públicos digitais e ampliar o Gov.br (mais de 5 mil serviços).
  11. Política Nacional de Letramento Digital para combater desinformação, proteger a privacidade e gerar renda.
  12. Conselho Nacional pela Soberania Digital, com participação da sociedade.
  13. Compartilhar serviços de apoio (pessoal, orçamento, contratações) entre ministérios para gastar melhor.
  14. Usar o poder de compra do Estado em todos os níveis da federação, descentralizando compras pelo Contrata+ Brasil.
  15. Continuar o Imóvel da Gente (imóveis da União para moradia e serviços públicos) e o Fundo Imobiliário da União.
  16. Cooperação com estados e municípios: infraestrutura digital compartilhada, formação de servidores e estratégias nacionais.
  17. Aprofundar o Plano de Integridade e Combate à Corrupção, responsabilizando corruptos e corruptores “inclusive os do andar de cima”.
  18. Portal da Transparência com dados abertos e inteligência artificial; fortalecer Ouvidoria-Geral, consultas públicas e laboratórios de inovação cívica.
2. Combater as desigualdades28 propostas · p. 18–26
  1. Manter, aperfeiçoar e ampliar as políticas de proteção social para quem mais precisa.
  2. Manter o combate ao racismo no centro da estratégia de desenvolvimento; implementar as deliberações da 5ª Conferência de Igualdade Racial.
  3. Regulamentar o Estatuto da Igualdade Racial; ampliar a presença de pessoas negras no serviço público, inclusive em cargos de chefia, com cotas.
  4. Acelerar a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola; novos campi quilombo dos IFs.
  5. Continuar a titulação de territórios quilombolas, com mais rapidez e políticas de desenvolvimento territorial.
  6. Proteger territórios indígenas, com demarcação e retirada de invasores quando necessário; educação escolar indígena com autonomia e multilinguismo.
  7. Implantar plenamente a Universidade Indígena; atenção especial aos Yanomami; saúde indígena com participação dos povos na gestão.
  8. Ampliar a proteção às mulheres, combater machismo, sexismo e feminicídio, promover autonomia econômica e garantir direitos sexuais e reprodutivos.
  9. Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio como guia central; concluir 30 Casas da Mulher Brasileira e 15 Centros de Referência; ampliar Salas Lilás.
  10. Comprar e distribuir aos estados kits de monitoramento de agressores; capacitar forças de segurança para atender vítimas.
  11. Medidas para mudar cultural e estruturalmente o respeito a meninas e mulheres.
  12. Lei da Igualdade Salarial; crédito favorecido do Pronaf para agricultoras e extrativistas; Mulheres Mil; empreendedorismo feminino; mulheres na ciência.
  13. Idosos: serviços de saúde, lazer, convivência, esporte e proteção contra maus-tratos; atendimento domiciliar “de porta em porta”.
  14. Apoiar municípios a ampliar Centros-Dia, academias públicas, praças e espaços de leitura para idosos.
  15. Mais vagas públicas em Instituições de Longa Permanência (ILPIs) e fiscalização contra violações e maus-tratos.
  16. Levar a todo o país o PADI Brasil (atendimento domiciliar multiprofissional ao idoso), hoje em 2.655 municípios.
  17. Parcerias com a iniciativa privada para qualificar e contratar pessoas com mais de 60 anos; letramento digital para idosos contra golpes.
  18. Pessoas com deficiência: manter o Viver sem Limites, aplicar a lei de acessibilidade, fortalecer a fiscalização das cotas de emprego.
  19. Educação inclusiva e educação bilíngue de surdos (Libras como primeira língua); mais Centros Especializados em Reabilitação e Oficinas Ortopédicas.
  20. Planejar políticas considerando gênero, identidade, orientação sexual, raça e classe, para atender de forma justa e inclusiva as pessoas LGBTQIAP+.
  21. Crianças: enfrentar a pobreza infantil, garantir o direito ao brincar; combate à pedofilia como prioridade, com investigação mais rápida.
  22. Proteção digital de crianças: aprimorar o ECA Digital, regulamentar o uso de telas por faixa etária e regulamentar plataformas de jogos.
  23. Juventude: aprimorar o Pé-de-Meia; manter cursinhos populares (CPop); assistência estudantil com alimentação e moradia no ensino superior.
  24. Política de aprendizagem para o trabalho; fomento ao empreendedorismo jovem; crédito e ações para a juventude rural.
  25. Saúde mental da juventude com foco na atenção psicossocial, redução de danos e combate a preconceitos; apoio à produção cultural das periferias.
  26. Fortalecer o SUAS (assistência social), com mais recursos e rede ampliada; proteção social para povos tradicionais; integrar o SUAS ao enfrentamento de desastres climáticos.
  27. Política Nacional de Cuidados: Cuidotecas (crianças de 3 a 12 anos), lavanderias públicas, cozinhas solidárias e restaurantes populares.
  28. Programa de capacitação de cuidadores com currículos inclusivos.
3. Segurança pública17 propostas · p. 26–30
  1. Aprovar a PEC da Segurança Pública, revisando as atribuições de União, estados e municípios e ampliando a ação federal.
  2. Aplicar a Lei Antifacção (2026); manter a asfixia financeira do crime organizado (R$ 35,8 bilhões de prejuízo causado desde 2023, segundo o plano).
  3. Procedimentos jurídicos mais ágeis para punir esses crimes e medidas rígidas para barrar candidaturas ligadas ao crime organizado.
  4. Fortalecer o Programa Brasil Contra o Crime Organizado: tráfico de armas, investigação de homicídios, retomada de territórios e segurança nos presídios, com R$ 10 bilhões para estados e municípios.
  5. Urbanizar favelas e periferias, requalificar espaços públicos e ampliar serviços para reduzir os mercados explorados pelo crime.
  6. Consolidar o Sistema de Inteligência de Segurança Pública; modernizar SINESP e Infoseg; ampliar as FICCOs (forças integradas contra o crime organizado).
  7. Manter o controle de armas e munições; melhorar a rastreabilidade; fiscalizar empresas de segurança privada e CACs (caçadores, atiradores e colecionadores).
  8. Cumprir o Plano Pena Justa e criar o Pacto Nacional de Execução Penal contra o crime organizado; padrões nacionais para penitenciárias estaduais.
  9. Fortalecer o sistema penitenciário federal para isolar lideranças; protocolo nacional de classificação e transferência de presos de alta periculosidade.
  10. Amazônia: FICCOs como política de Estado; Forças Armadas nas fronteiras com patrulha fluvial e aérea; cooperação com países da OTCA.
  11. Radares, drones, sensores, satélites e centros de comando; integrar a detecção de desmatamento à segurança; investigação financeira obrigatória contra mineração ilegal.
  12. Ampliar o Celular Seguro (mais de 4 milhões de usuários) e a Base Nacional de Celulares com Restrição; combater receptação, golpes e fraudes bancárias.
  13. Combate a crimes cibernéticos: exploração sexual de crianças, violência contra mulheres e pessoas LGBTQIAP+, racismo, fraudes, crimes de ódio.
  14. Prevenção da violência com foco na juventude negra; mediação comunitária e justiça restaurativa com estados e municípios.
  15. Política migratória humanista: acolhimento de migrantes e refugiados e combate à xenofobia.
  16. Criar o Ministério da Segurança Pública depois da aprovação da PEC.
  17. Policiamento de proximidade; câmeras corporais com padrões nacionais; fortalecer o controle interno e externo da atividade policial.
4. Educação14 propostas · p. 30–34
  1. Cumprir as metas do Plano Nacional de Educação 2026–2036.
  2. Chegar a 80% das crianças alfabetizadas na idade certa (eram 66% em 2025); combater o analfabetismo adulto.
  3. Estratégia nacional permanente de recuperação da aprendizagem, com foco nos anos finais do fundamental e no ensino médio.
  4. Ampliar o apoio à construção de creches na segunda edição do Novo PAC.
  5. Educação em tempo integral como “absoluta prioridade”, com financiamento do Fundeb; apoio à construção de escolas de tempo integral.
  6. Universalizar a internet de qualidade nas escolas (75% já conectadas).
  7. Continuar e fortalecer o Pé-de-Meia: nenhum jovem pobre deve deixar a escola por falta de renda.
  8. Ampliar o MEC Livros e incluir novas línguas no MEC Idiomas.
  9. Apoio técnico a estados e municípios e compartilhamento de dados educacionais.
  10. Manter o Piso Nacional do Magistério; Pé-de-Meia Licenciatura; Bolsa Mais Professores para fixar docentes em regiões carentes.
  11. Expandir os Institutos Federais (111 novos, em 106 municípios), priorizando interior e periferias; Partiu IF (cursinho gratuito para o 9º ano).
  12. Concluir obras de universidades e novos campi; concluir o ITA no Ceará, a Universidade Indígena e a Universidade do Esporte.
  13. Novo ciclo de expansão e interiorização do ensino superior público; melhorar a assistência estudantil.
  14. Ampliar a pós-graduação em regiões pouco atendidas; novos hospitais universitários ligados ao Agora Tem Especialistas.
5. Saúde17 propostas · p. 34–40
  1. Apoiar a expansão das equipes de saúde da família e multiprofissionais, com parâmetros de qualidade em áreas vulneráveis.
  2. Intensificar teleconsultas e teleatendimento na atenção básica; mais exames e diagnósticos para evitar encaminhamentos desnecessários.
  3. Integrar atenção básica, vigilância, assistência farmacêutica e especialistas, com prontuário compartilhado.
  4. Consolidar o prontuário único do cidadão; marcar consultas e ver resultados de exames pelo celular.
  5. Usar IA para triagem, priorização de casos graves, regulação por risco e diagnóstico onde faltam especialistas.
  6. Mais Médicos com formação de especialistas em medicina de família e comunidade.
  7. Brasil Sorridente: apoiar municípios a universalizar a saúde bucal.
  8. Farmácia Popular 100% gratuita, com revisão dos remédios, fraldas geriátricas, mais pontos de retirada nas periferias e inclusão de exames para hipertensão e diabetes.
  9. Ampliar a vacinação, com campanhas, vacinação nas escolas (HPV), dengue para toda a população elegível e VSR; incorporar novas vacinas.
  10. Ampliar o Agora Tem Especialistas: terceiro turno, Carretas da Saúde, mutirões e parcerias com hospitais privados em troca de créditos ou dívidas.
  11. Modernizar equipamentos (hemodinâmica, tomografia, ressonância, radioterapia, PET-CT); telecirurgia, cirurgia robótica e hospitais inteligentes.
  12. Fila única digital para especialistas, ordenada por risco clínico com IA, e transporte sanitário em todas as regiões.
  13. Consolidar “a maior rede pública de cuidado ao câncer do mundo”; Supercentro Brasil de telediagnóstico; mais UNACONs e CACONs.
  14. Saúde da mulher: câncer de mama e colo do útero, endometriose, contraceptivos de longa duração gratuitos, Dignidade Menstrual, redução da mortalidade materna (atenção a mulheres negras).
  15. Parto seguro para mulheres do campo e da floresta; SAMU integrado à Rede Alyne; casas de gestantes; ambulância perinatal; enfermeiras obstétricas na Amazônia.
  16. Saúde mental: mais investimento nos CAPS, atenção a crianças e jovens, pessoas com autismo e neurodivergências, mulheres vítimas de violência e pessoas afetadas por apostas.
  17. Complexo Econômico-Industrial da Saúde: parcerias para produção nacional (insulina, hemoderivados), insumos farmacêuticos da biodiversidade e sequenciamento genômico.
6. Cultura e esporte10 propostas · p. 40–44
  1. Aperfeiçoar a Lei Aldir Blanc e a Lei Rouanet, com transparência e desconcentração regional; fortalecer o Conselho Nacional de Política Cultural.
  2. Salvaguarda e valorização de mestras e mestres das culturas populares, com regras de direito autoral sobre seus saberes.
  3. Fortalecer os Pontos de Cultura (Cultura Viva) e a infraestrutura cultural nas periferias; manter CEUs da Cultura e bibliotecas.
  4. Regulamentar o streaming (VOD) no interesse nacional; política industrial para o audiovisual.
  5. Lei de direito autoral no ambiente digital e regulamentação da IA para que artistas sejam pagos quando plataformas usarem conteúdo brasileiro.
  6. Diplomacia cultural; crédito e formação para economia criativa; apoio à indústria de games.
  7. Integrar cultura e educação (Mais Cultura nas Escolas); formação de plateia.
  8. Ampliar o Bolsa Atleta e manter o patrocínio de estatais ao esporte olímpico e paralímpico.
  9. Realizar a Copa do Mundo de Futebol Feminino em 8 capitais.
  10. Implantar a Universidade do Esporte; rede nacional de pesquisa em esporte; ampliar as Arenas Brasil.
7. Direito à cidade9 propostas · p. 44–47
  1. Reforçar a capacidade técnica e financeira dos municípios para planejar e executar obras.
  2. Manter e ampliar o Minha Casa Minha Vida para todas as faixas de renda, com foco nas famílias de menor renda.
  3. Compra Assistida de imóveis prontos em situações excepcionais; usar terrenos da União em áreas centrais; Fundo Imobiliário da União.
  4. Aprimorar e ampliar o Reforma Casa Brasil.
  5. Periferia Viva: garantir recursos para concluir urbanizações de favelas e fazer novas seleções.
  6. Apoiar a universalização de água e esgoto, priorizando periferias.
  7. Transporte coletivo de alta capacidade (metrô, trem, VLT, BRT) e eletrificação das frotas, com indústria nacional.
  8. Adaptação das cidades ao clima: contenção de encostas, drenagem, infraestrutura verde; Defesa Civil mais forte.
  9. Gestão de resíduos e esgoto com produção de biogás e biometano.
8. Economia, indústria e tecnologia24 propostas · p. 47–58
  1. Manter o novo arcabouço fiscal; resultado fiscal com crescimento, controle do aumento do gasto, eficiência, justiça tributária e combate a privilégios.
  2. Criar condições para queda sustentada dos juros, com inflação controlada e renda crescendo acima do custo de vida.
  3. Elevar a taxa de investimento em infraestrutura logística e social e na indústria.
  4. Fortalecer a regulação do sistema financeiro; aprofundar o mercado de capitais (debêntures de infraestrutura, fundos, recebíveis).
  5. Monitorar o endividamento de famílias e empresas; manter fundos garantidores; controlar gastos excessivos com apostas online; mais proteção ao consumidor no crédito.
  6. Nova Indústria Brasil: neoindustrialização com foco em inovação, IA e minerais críticos.
  7. Programa Conhecimento Brasil para repatriar e fixar cientistas.
  8. Financiamento direcionado, compras públicas e exigências de conteúdo local e margem de preferência para empresas brasileiras; FNDCT sem bloqueios.
  9. Taxonomia Sustentável e incentivos para práticas sustentáveis; regulamentar o mercado de carbono (SBCE).
  10. Produção local em cadeias estratégicas e Indústria 4.0; priorizar setores de média e alta tecnologia.
  11. Política para minerais críticos e terras raras, evitando exportar só matéria-prima.
  12. Exportações de maior valor agregado e defesa comercial.
  13. Nova edição do Novo PAC; concessões de rodovias; leilão de novas ferrovias e repactuação de contratos; aeroportos regionais e novas rotas; arrendamentos portuários.
  14. Soberania digital; ecossistema nacional de data centers e nuvem; IA desenvolvida por empresas brasileiras.
  15. Supercomputadores nacionais; data centers com salvaguardas ambientais, energia renovável e contrapartidas de conteúdo local.
  16. Modelos de linguagem em português; plataforma nacional de dados; IA no agro, saúde e finanças; transformação digital de pequenas empresas.
  17. Hub nacional de competências digitais.
  18. Reduzir o déficit de fibra óptica (11% dos municípios); 5G no campo com prioridade para Norte, Nordeste e periferias; uso do FUST.
  19. Centro Nacional de Transparência Algorítmica e rastreabilidade de conteúdo sintético.
  20. Fundos constitucionais (FNE, FNO, FCO) para o desenvolvimento regional; regulamentar o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional.
  21. Amazônia como eixo estratégico: indústria farmacêutica, alimentos, cosméticos da biodiversidade; regularização fundiária; Fundo Amazônia.
  22. Nordeste como polo de indústrias eletrointensivas: siderurgia verde, fertilizantes, química, cimento, alumínio, minerais críticos, hidrogênio.
  23. Turismo: novos destinos e roteiros (gastronomia, arte, ecoturismo); promoção internacional.
  24. Pequenas empresas: simplificar o ambiente de negócios, acesso a compras públicas, tratamento justo na reforma tributária, crédito com fundos garantidores, ampliar o Brasil Mais Produtivo.
9. Segurança alimentar e produção agrícola20 propostas · p. 58–63
  1. Fortalecer as instâncias de participação em segurança alimentar; seguir liderando a Aliança Global contra a Fome.
  2. Apoiar estados e municípios a comprar 45% da merenda da agricultura familiar e 80% de alimentos in natura.
  3. Regras de publicidade contra produtos nocivos à saúde; Imposto Seletivo para desestimulá-los.
  4. Expandir o Plano Safra da Agricultura Familiar, com prioridade para alimentos da cesta básica; crédito para agroecologia, orgânicos, jovens, mulheres e cooperativas.
  5. Simplificar o crédito com soluções digitais (Meu Imóvel Rural).
  6. Ampliar o PAA (compra de alimentos da agricultura familiar) e a assistência técnica rural (ATER); facilitar a venda interestadual de agroindústrias familiares.
  7. Fortalecer o Mais Alimentos (máquinas para pequenas propriedades), o Garantia-Safra e o seguro rural da agricultura familiar.
  8. Plano Nacional de Agroecologia; Florestas Produtivas e sistemas agroflorestais; bioinsumos para reduzir dependência de fertilizantes importados.
  9. Reforma agrária: assentar famílias acampadas, estruturar assentamentos e ampliar o crédito fundiário; regularização fundiária no Norte.
  10. Acelerar a titulação de quilombos e a regularização de terras de povos tradicionais.
  11. Ampliar o PRONERA (educação na reforma agrária), o acesso à água, o saneamento rural, o Programa Cisternas e a energia elétrica no campo.
  12. Prevenir a violência no campo e proteger defensores de direitos humanos e ambientais.
  13. Pesca artesanal e aquicultura familiar.
  14. Fortalecer o crédito rural e o Plano Safra para o agronegócio, com juros compatíveis; financiar máquinas, irrigação e tecnologia; títulos do agronegócio.
  15. Programa nacional de resiliência climática no campo: irrigação, conservação do solo, plantio direto, alertas meteorológicos; Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.
  16. Seguro rural mais forte e um instrumento para cobrir catástrofes climáticas.
  17. Abrir novos mercados para o agro (656 abertos no mandato); adidos agrícolas e missões comerciais.
  18. Recuperar pastagens degradadas; melhoramento genético; rastreabilidade individual do rebanho.
  19. Fortalecer a Embrapa (biotecnologia, edição genômica); conectividade no campo.
  20. Biocombustíveis (etanol de milho e cana, biodiesel, SAF) e biogás; acelerar a produção nacional de fertilizantes pela Petrobras.
10. Energia e transição para baixo carbono16 propostas · p. 63–69
  1. Garantir segurança energética, avançar na transição energética justa e combater a pobreza energética.
  2. Mais fontes renováveis, armazenamento e substituição progressiva de combustíveis fósseis por biocombustíveis e hidrogênio.
  3. Cadeias de baterias, hidrogênio, petroquímica verde, fertilizantes e reatores nucleares modulares; eletrificação de ônibus, trens e metrôs.
  4. Riscos climáticos obrigatórios no planejamento do setor elétrico; expansão coordenada de transmissão e geração.
  5. Novas hidrelétricas por critérios socioambientais; repotenciar usinas existentes; acelerar a redução do carvão.
  6. Continuar os leilões de transmissão; nova fronteira de investimentos em baterias.
  7. Debater como baratear a energia para casas e empresas, com justiça tarifária.
  8. Luz do Povo (conta zero até 80 kWh/mês para famílias do CadÚnico) e Luz para Todos com fontes limpas.
  9. Gás do Povo: botijão gratuito para famílias de baixa renda.
  10. Seguir amortecendo a volatilidade dos preços internacionais do diesel, gasolina e gás.
  11. Expandir e integrar a infraestrutura de gás natural, inclusive com a América do Sul; estimular gás e biometano.
  12. Petrobras: mais exploração em terra e mar, campos maduros, retorno à distribuição de combustíveis, mais refino, Transpetro na logística de GNL.
  13. Petrobras alinhada ao Acordo de Paris, com investimentos de baixo carbono; readequar o REPETRO à descarbonização; conteúdo local na indústria naval.
  14. Aprimorar o RenovaBio; fortalecer a Petrobras Biocombustíveis; SAF, biometano e combustíveis marítimos.
  15. Políticas bioenergéticas considerando o uso do solo, da água e dos fertilizantes.
  16. Energia nuclear só para fins pacíficos; autonomia no ciclo do combustível nuclear; uso responsável do urânio.
11. Sustentabilidade ambiental e climática15 propostas · p. 69–73
  1. Desmatamento líquido zero até 2030; planos de controle do desmatamento e Plano Nacional de Manejo Integrado do Fogo.
  2. Efetividade do Código Florestal e da Lei da Mata Atlântica.
  3. Destinar terras públicas a unidades de conservação, terras indígenas, quilombolas ou assentamentos; regularização fundiária.
  4. Contribuir para um mapa global de eliminação do desmatamento.
  5. Cumprir a nova NDC: reduzir de 59% a 67% das emissões até 2035.
  6. Participar do debate sobre um mapa do caminho global para longe dos combustíveis fósseis, preservando a soberania energética.
  7. Fundo Clima, Eco Invest e Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) como instrumentos de financiamento.
  8. Arranjos regionais de governança climática com estados, municípios, universidades e setor produtivo.
  9. Incentivar Reservas Particulares (RPPNs) e valorizar os 75 parques nacionais com turismo sustentável.
  10. Direitos animais: ampliar o ProPatinhas (castrações), o SinPatinhas (cadastro de cães e gatos), nova Conferência em 2028, penas mais duras para maus-tratos.
  11. Pagamento por Serviços Ambientais para biodiversidade; reconhecer a restauração biocultural.
  12. Caatinga como ativo para o clima; financiamento climático permanente para o Semiárido.
  13. Fiscalização mais forte; rastreabilidade das cadeias produtivas com o setor privado; satélites e IA contra crimes ambientais.
  14. Revitalizar bacias hidrográficas e ampliar a segurança hídrica.
  15. Adaptação climática como eixo permanente; planos estaduais e municipais contra calor extremo; protocolos para atender população atingida por desastres.
12. Trabalho18 propostas · p. 73–77
  1. Continuar a valorização do salário mínimo para distribuir renda e combater a pobreza.
  2. Ligar crédito público, incentivos e compras do governo à geração de empregos de qualidade.
  3. Fortalecer o Sistema Público de Emprego; Plataforma Pública Nacional de Empregabilidade com IA no SINE.
  4. Estimular ocupações sociais (meio ambiente, cultura, patrimônio, esporte, cuidado).
  5. Combater a “pejotização” fraudulenta com fiscalização e regras.
  6. Sistema de proteção para trabalhadores de plataformas: relação de trabalho, remuneração, condições, direitos, previdência e transparência dos algoritmos.
  7. Requalificação para categorias afetadas pela tecnologia.
  8. Atuar no Senado pelo fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas sem redução salarial, como aprovado na Câmara.
  9. Alterar regras que precarizam o trabalho e fraudes em terceirizações; retomar a assistência sindical nas rescisões.
  10. Inclusão de pessoas com deficiência; erradicar o trabalho escravo e infantil, inclusive em plataformas.
  11. Tornar obrigatórios os planos de igualdade salarial nas empresas com desigualdade, com metas progressivas.
  12. Combater xenofobia, capacitismo e discriminação racial, étnica, LGBTQIAP+ e de classe no trabalho.
  13. Economia popular e solidária: cooperativas, redes de produção, crédito orientado e compras públicas.
  14. Autônomos e pequenos empreendedores: crédito, qualificação, inclusão digital, simplificação tributária e proteção previdenciária.
  15. Fortalecer a negociação coletiva e atualizar o sistema sindical; regulamentar a negociação coletiva no setor público.
  16. Concluir a modernização do INSS; carta em casa avisando do direito à aposentadoria.
  17. Diversificar as fontes de financiamento da Previdência; contribuições mais flexíveis para trajetórias de trabalho intercaladas.
  18. Incluir na regulação das plataformas o financiamento da Previdência e a cobertura para aposentadoria, acidentes e maternidade.
13. Soberania nacional e política externa18 propostas · p. 77–83
  1. Defesa baseada em autonomia estratégica, inovação e dissuasão, com orçamento compatível.
  2. Fortalecer a Base Industrial e Tecnológica de Defesa (caças, cargueiros, fragatas, blindados).
  3. Defesa cibernética e tecnologias próprias.
  4. Inteligência de Estado civil, com controle democrático e sem uso para perseguição política.
  5. Proteger fronteiras, Amazônia e Amazônia Azul; mais presença do Estado e serviços nas fronteiras.
  6. Princípios constitucionais: independência, direitos humanos, autodeterminação, não intervenção, paz, repúdio ao terrorismo e ao racismo, asilo político.
  7. América do Sul e Caribe como zona de paz; aprofundar o Mercosul em infraestrutura, defesa, segurança, energia e saúde.
  8. Conexões com o Pacífico e o Caribe; mercado comum sul-americano de energia; fortalecer a OTCA (Amazônia).
  9. Política externa universalista; novos acordos comerciais e mercados; responder a agressões comerciais com base no multilateralismo.
  10. Ordem mundial sem submissão nem “nova Guerra Fria”.
  11. Aproximar África, CPLP, União Africana e ASEAN; reaproximação com Ásia, Oriente Médio e Europa.
  12. Reforma do Conselho de Segurança da ONU, da OMC e do FMI e Banco Mundial; fortalecer o banco dos BRICS.
  13. Aprofundar a aproximação com BRICS, Sul Global e G20; cooperação Sul-Sul.
  14. Liderar a agenda pós-2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Aliança Global contra a Fome; TFFF.
  15. Liderar uma governança internacional para tecnologias digitais e IA, com regulação democrática das plataformas.
  16. Reforçar compromissos de direitos humanos e igualdade de gênero e raça.
  17. Proteger brasileiros no exterior e ampliar a participação da diáspora.
  18. Oposição firme a qualquer tentativa de subordinar o Brasil a interesses estrangeiros.

Bússola de propostas

Com qual plano suas ideias combinam mais?

São perguntas rápidas, em linguagem simples: 20 sobre as propostas dos planos e 10, opcionais, sobre valores e costumes. Escolha a frase que mais parece com o que você pensa. Cada pergunta explica as palavras difíceis. As respostas não dizem de qual candidato é cada ideia: no fim, mostramos com quem você mais combina.

Quer comparar com votos reais no Congresso, de candidatos, senadores, deputados, partidos e do prefeito da sua cidade? Faça também o teste de perfil político.

Metodologia

Como este site foi feito

Comparação

  • A seção “Planos completos” lista todas as propostas de cada documento, resumidas, com as páginas de origem. Os temas comparados cobrem todos os capítulos dos dois planos.
  • Fonte única: os planos de governo. Declarações, entrevistas e votações anteriores não entram.
  • Ataques ao adversário, que aparecem nos dois documentos, foram deixados de fora. Comparamos só propostas.
  • Quando um plano não fala de um assunto, dizemos isso em vez de deduzir a posição.
  • Números citados (metas, valores, resultados) são os que os próprios planos apresentam e não foram auditados por nós.

Como o teste calcula

  • Cada pergunta tem quatro frases, duas na direção de cada plano (uma mais forte, valendo 2 pontos, e uma mais moderada, valendo 1) e uma opção neutra que não pontua.
  • Só entram no teste temas em que os dois planos têm posições explícitas e diferentes. Saúde, agro e políticas para mulheres ficaram fora por terem muito consenso.
  • Temas marcados como prioridade valem o dobro.
  • Cada tema tem duas perguntas. Se você responder uma em cada direção, o tema aparece como “dividido” em vez de ser atribuído a alguém.
  • Com menos da metade das respostas indicando uma direção, o resultado é sinalizado como de baixa confiança.
  • A parte 2 (valores e costumes) tem 10 perguntas sobre temas que os planos quase não tratam, como aborto, armas, drogas, religião e família. Nela a comparação é com o campo político de cada candidato (progressista para Lula, conservador para Flávio), com base em posições públicas conhecidas. O resultado aparece separado, e o site avisa quando propostas e valores apontam para lados diferentes.

Limites

  • Nenhum questionário captura tudo o que pesa no voto: confiança no candidato, histórico, equipe e valores pessoais também contam.
  • Planos de governo são intenções. O que vira lei depende do Congresso e, às vezes, de mudança na Constituição.
  • Isto não é pesquisa eleitoral. As respostas ficam só no seu navegador e não são enviadas nem guardadas.

Fontes

  • Flávio Bolsonaro (PL). Plano de Governo 2027–2030, 76 p., registrado no TSE.
  • Lula (PT e coligação). Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil, 84 p., registrado no TSE em 8/8/2026.
  • Setorial Nacional de Saúde do PT. Contribuições ao Programa de Governo Lula 2027–2030, julho de 2026.
  • Todos os planos registrados: DivulgaCandContas (TSE).
  • Eleitos, projetos, gastos, emendas, votações e fake news usam também os dados abertos do TSE, da Câmara, do Senado, do Portal da Transparência e as agências de checagem. Ver todas as fontes do site.