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Eleição de 2026 encerrada · resultado oficial do TSE

Lula foi eleito. Acompanhe o que foi prometido e o que vira lei.

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu o 2º turno de 25 de outubro de 2026 e governa de 2027 a 2030. O site agora é uma ferramenta de pesquisa: o cumprimento do plano de governo, os projetos de lei apresentados no Congresso, as leis de todos os presidentes e os planos dos dois candidatos, lado a lado.

Site independente, sem ligação com partidos ou campanhas. As cores usadas no site não são as cores dos partidos.

Retrato de Luiz Inácio Lula da Silva
LulaPT · coligaçãoDiretrizes de governo · 84 páginasEleito · mandato 2027–2030
Retrato de Flávio Bolsonaro
Flávio BolsonaroPLPlano de governo · 76 páginasNão eleito

Visão geral

O espírito de cada plano

Antes dos detalhes, o que cada documento diz sobre si mesmo e qual papel imagina para o Estado.

Lula

84 páginas13 diretrizesPT, PSB, PV, PCdoB, PDT, PSOL, Rede

“Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil”. Apresenta-se como continuidade do mandato atual, com foco em reduzir desigualdades, ampliar direitos e afirmar a soberania nacional.

Apostas centrais

  • Manter e ampliar programas sociais, salário mínimo com ganho real e fim da escala 6x1.
  • Estado indutor do desenvolvimento: Novo PAC, Nova Indústria Brasil, Petrobras ampliada.
  • Transição ecológica e meta de desmatamento líquido zero até 2030.

Documento complementar

O Setorial de Saúde do PT publicou contribuições à área de saúde (10 páginas, julho de 2026), usadas aqui como apoio.

Flávio Bolsonaro

76 páginas9 eixos“O Brasil vai vencer”

Define-se como uma “alternativa liberal, conservadora, reformista”. Organiza o plano como a “jornada do cidadão”: segurança, proteção, formação, trabalho, crédito, patrimônio e envelhecimento.

Apostas centrais

  • Segurança como prioridade número um, com endurecimento penal.
  • “Tesouraço”: corte de gastos, menos ministérios e revisão da reforma tributária para reduzir impostos.
  • Estado menor e digital; setor privado à frente da infraestrutura (R$ 900 bi em 4 anos).

Valores declarados

Liberdade, família, vida desde a concepção, propriedade privada, democracia, liberdade de expressão e religiosa.

Tema a tema

O que cada um propõe, com prós e contras

Escolha um tema. “A favor” reúne os argumentos de quem apoia a proposta; “pontos de atenção” reúne as críticas mais comuns e o que o plano deixa sem resposta.

Economia e contas públicas

Divergência entre os planos: Alta

Os dois dizem querer juros menores. Lula quer manter a regra atual de controle de gastos sem cortar programas sociais e investimentos; Flávio aposta em corte profundo de gastos.

Lula

Propostas

  • Manter o arcabouço fiscal (a regra atual de gastos), que limita o crescimento das despesas sem cortar gastos sociais.
  • Equilibrar as contas com crescimento econômico, eficiência do gasto, justiça tributária e combate a privilégios.
  • Criar condições para queda sustentada dos juros com inflação controlada.
  • Elevar a taxa de investimento: nova edição do Novo PAC e Nova Indústria Brasil.
  • Aprofundar o mercado de capitais e monitorar o endividamento das famílias.

A favor

  • Preserva programas sociais e investimento público, que sustentaram emprego e renda.
  • Continuidade de regras já em vigor dá previsibilidade.

Pontos de atenção

  • Não traz meta numérica de dívida ou de superávit para 2027–2030.
  • Críticos apontam que a dívida bruta subiu no mandato e que os juros seguiram altos.

Flávio

Propostas

  • “Tesouraço”: corte amplo de gastos e nova regra fiscal focada em estabilizar e reduzir a dívida pública.
  • Superávits primários (gastar menos do que arrecada, sem contar juros) e regra de controle de gastos discricionários dos três Poderes.
  • Cortar no mínimo 10 ministérios, cargos comissionados, penduricalhos e supersalários; seguir com a reforma administrativa.
  • Limitar o crédito subsidiado com dinheiro do Tesouro.
  • Meta de crescer 4% ao ano na próxima década, puxado pelo investimento privado.

A favor

  • Sinal forte de ajuste fiscal tende a ajudar na queda dos juros e da inflação.
  • Ataca o custo da máquina pública (ministérios, supersalários).

Pontos de atenção

  • Não diz quanto será cortado nem de onde.
  • Promete novos gastos ao mesmo tempo: dobrar a verba federal de segurança, 2,5 milhões de casas, vouchers, correção da tabela SUS.
Onde convergem
  • Juros menores e inflação na meta como objetivo.
  • Mais transparência e avaliação dos gastos públicos.
Onde divergem
LulaFlávio
AjusteControle do ritmo de crescimento das despesasCorte profundo de despesas
Motor do crescimentoEstado indutor: PAC, bancos públicos, política industrialInvestimento privado, concessões e PPPs

Consensos

Onde os dois planos dizem quase a mesma coisa

Nesses pontos, escolher um candidato não muda muito a direção. A diferença costuma estar no “como”, indicada abaixo de cada item.

Saúde

Prontuário eletrônico único do paciente.

Lula: pela Rede Nacional de Dados em Saúde. Flávio: ligado ao CPF e à rede privada.

Saúde

Inteligência artificial para organizar filas e agendamentos.

Lula fala em fila única ordenada pela gravidade do caso.

Saúde

Usar a rede privada para atender pacientes do SUS.

Lula: em troca de créditos ou dívidas. Flávio: nos horários ociosos.

Segurança

Atacar o dinheiro das facções.

Flávio adiciona classificá-las como narcoterroristas.

Segurança

Forças Armadas e tecnologia nas fronteiras.

Lula: forças integradas e radares. Flávio: uma tropa de elite nova.

Segurança

Monitorar agressores de mulheres com tornozeleira.

Os dois citam o monitoramento eletrônico.

Educação

Escola em tempo integral, mais creches e internet nas escolas.

Diferem quando falta vaga: Lula quer construir, Flávio aceita voucher.

Social

Manter o Bolsa Família e controlar o efeito das apostas online.

Flávio proíbe usar o benefício em apostas.

Energia

Biocombustíveis, baterias e atração de data centers.

Lula exige contrapartidas ambientais dos data centers.

Indústria

Processar os minerais no Brasil em vez de só exportar a pedra bruta.

Lula: política industrial. Flávio: Estado só como regulador.

Agro

Produzir fertilizantes no Brasil.

Lula: via Petrobras. Flávio: com potássio e fosfato nacionais.

Instituições

Reforma política e mais transparência nas emendas parlamentares.

Flávio adiciona o fim da reeleição.

Planos completos

Todas as propostas, capítulo por capítulo

Aqui está tudo o que cada plano promete, na ordem dos próprios documentos, em linguagem resumida. Use a busca para achar um assunto, por exemplo “creche”, “INSS” ou “arma”.

Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil (84 páginas, registrado no TSE em 8/8/2026)

1. Democracia, participação social e modernização do Estado18 propostas · p. 15–18
  1. Reforma política e eleitoral, chamada de “inadiável”, para aproximar a representação política da composição real da sociedade.
  2. Diálogo permanente, respeitoso e construtivo entre os Poderes e entre União, estados e municípios.
  3. Aprofundar a participação e o controle social; continuar realizando conferências nacionais de políticas públicas.
  4. PPA 2028–2031 ainda mais participativo e participação social no ciclo do orçamento federal.
  5. Debater com a sociedade o sistema de emendas parlamentares (R$ 50 bilhões em 2026, cerca de 1/5 dos recursos livres do Executivo).
  6. Regulação democrática das redes sociais e plataformas digitais para impedir desinformação e campanhas de ódio, com garantia plena da liberdade de expressão.
  7. Diálogo com o Judiciário para reduzir a lentidão da Justiça, respeitando a autonomia dos Poderes.
  8. Aprofundar a valorização dos servidores pela Mesa Nacional de Negociação Permanente.
  9. “Um governo para cada pessoa”: serviços públicos personalizados com base na Base de Dados do Brasil.
  10. Universalizar serviços públicos digitais e ampliar o Gov.br (mais de 5 mil serviços).
  11. Política Nacional de Letramento Digital para combater desinformação, proteger a privacidade e gerar renda.
  12. Conselho Nacional pela Soberania Digital, com participação da sociedade.
  13. Compartilhar serviços de apoio (pessoal, orçamento, contratações) entre ministérios para gastar melhor.
  14. Usar o poder de compra do Estado em todos os níveis da federação, descentralizando compras pelo Contrata+ Brasil.
  15. Continuar o Imóvel da Gente (imóveis da União para moradia e serviços públicos) e o Fundo Imobiliário da União.
  16. Cooperação com estados e municípios: infraestrutura digital compartilhada, formação de servidores e estratégias nacionais.
  17. Aprofundar o Plano de Integridade e Combate à Corrupção, responsabilizando corruptos e corruptores “inclusive os do andar de cima”.
  18. Portal da Transparência com dados abertos e inteligência artificial; fortalecer Ouvidoria-Geral, consultas públicas e laboratórios de inovação cívica.
2. Combater as desigualdades28 propostas · p. 18–26
  1. Manter, aperfeiçoar e ampliar as políticas de proteção social para quem mais precisa.
  2. Manter o combate ao racismo no centro da estratégia de desenvolvimento; implementar as deliberações da 5ª Conferência de Igualdade Racial.
  3. Regulamentar o Estatuto da Igualdade Racial; ampliar a presença de pessoas negras no serviço público, inclusive em cargos de chefia, com cotas.
  4. Acelerar a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola; novos campi quilombo dos IFs.
  5. Continuar a titulação de territórios quilombolas, com mais rapidez e políticas de desenvolvimento territorial.
  6. Proteger territórios indígenas, com demarcação e retirada de invasores quando necessário; educação escolar indígena com autonomia e multilinguismo.
  7. Implantar plenamente a Universidade Indígena; atenção especial aos Yanomami; saúde indígena com participação dos povos na gestão.
  8. Ampliar a proteção às mulheres, combater machismo, sexismo e feminicídio, promover autonomia econômica e garantir direitos sexuais e reprodutivos.
  9. Pacto de Enfrentamento ao Feminicídio como guia central; concluir 30 Casas da Mulher Brasileira e 15 Centros de Referência; ampliar Salas Lilás.
  10. Comprar e distribuir aos estados kits de monitoramento de agressores; capacitar forças de segurança para atender vítimas.
  11. Medidas para mudar cultural e estruturalmente o respeito a meninas e mulheres.
  12. Lei da Igualdade Salarial; crédito favorecido do Pronaf para agricultoras e extrativistas; Mulheres Mil; empreendedorismo feminino; mulheres na ciência.
  13. Idosos: serviços de saúde, lazer, convivência, esporte e proteção contra maus-tratos; atendimento domiciliar “de porta em porta”.
  14. Apoiar municípios a ampliar Centros-Dia, academias públicas, praças e espaços de leitura para idosos.
  15. Mais vagas públicas em Instituições de Longa Permanência (ILPIs) e fiscalização contra violações e maus-tratos.
  16. Levar a todo o país o PADI Brasil (atendimento domiciliar multiprofissional ao idoso), hoje em 2.655 municípios.
  17. Parcerias com a iniciativa privada para qualificar e contratar pessoas com mais de 60 anos; letramento digital para idosos contra golpes.
  18. Pessoas com deficiência: manter o Viver sem Limites, aplicar a lei de acessibilidade, fortalecer a fiscalização das cotas de emprego.
  19. Educação inclusiva e educação bilíngue de surdos (Libras como primeira língua); mais Centros Especializados em Reabilitação e Oficinas Ortopédicas.
  20. Planejar políticas considerando gênero, identidade, orientação sexual, raça e classe, para atender de forma justa e inclusiva as pessoas LGBTQIAP+.
  21. Crianças: enfrentar a pobreza infantil, garantir o direito ao brincar; combate à pedofilia como prioridade, com investigação mais rápida.
  22. Proteção digital de crianças: aprimorar o ECA Digital, regulamentar o uso de telas por faixa etária e regulamentar plataformas de jogos.
  23. Juventude: aprimorar o Pé-de-Meia; manter cursinhos populares (CPop); assistência estudantil com alimentação e moradia no ensino superior.
  24. Política de aprendizagem para o trabalho; fomento ao empreendedorismo jovem; crédito e ações para a juventude rural.
  25. Saúde mental da juventude com foco na atenção psicossocial, redução de danos e combate a preconceitos; apoio à produção cultural das periferias.
  26. Fortalecer o SUAS (assistência social), com mais recursos e rede ampliada; proteção social para povos tradicionais; integrar o SUAS ao enfrentamento de desastres climáticos.
  27. Política Nacional de Cuidados: Cuidotecas (crianças de 3 a 12 anos), lavanderias públicas, cozinhas solidárias e restaurantes populares.
  28. Programa de capacitação de cuidadores com currículos inclusivos.
3. Segurança pública17 propostas · p. 26–30
  1. Aprovar a PEC da Segurança Pública, revisando as atribuições de União, estados e municípios e ampliando a ação federal.
  2. Aplicar a Lei Antifacção (2026); manter a asfixia financeira do crime organizado (R$ 35,8 bilhões de prejuízo causado desde 2023, segundo o plano).
  3. Procedimentos jurídicos mais ágeis para punir esses crimes e medidas rígidas para barrar candidaturas ligadas ao crime organizado.
  4. Fortalecer o Programa Brasil Contra o Crime Organizado: tráfico de armas, investigação de homicídios, retomada de territórios e segurança nos presídios, com R$ 10 bilhões para estados e municípios.
  5. Urbanizar favelas e periferias, requalificar espaços públicos e ampliar serviços para reduzir os mercados explorados pelo crime.
  6. Consolidar o Sistema de Inteligência de Segurança Pública; modernizar SINESP e Infoseg; ampliar as FICCOs (forças integradas contra o crime organizado).
  7. Manter o controle de armas e munições; melhorar a rastreabilidade; fiscalizar empresas de segurança privada e CACs (caçadores, atiradores e colecionadores).
  8. Cumprir o Plano Pena Justa e criar o Pacto Nacional de Execução Penal contra o crime organizado; padrões nacionais para penitenciárias estaduais.
  9. Fortalecer o sistema penitenciário federal para isolar lideranças; protocolo nacional de classificação e transferência de presos de alta periculosidade.
  10. Amazônia: FICCOs como política de Estado; Forças Armadas nas fronteiras com patrulha fluvial e aérea; cooperação com países da OTCA.
  11. Radares, drones, sensores, satélites e centros de comando; integrar a detecção de desmatamento à segurança; investigação financeira obrigatória contra mineração ilegal.
  12. Ampliar o Celular Seguro (mais de 4 milhões de usuários) e a Base Nacional de Celulares com Restrição; combater receptação, golpes e fraudes bancárias.
  13. Combate a crimes cibernéticos: exploração sexual de crianças, violência contra mulheres e pessoas LGBTQIAP+, racismo, fraudes, crimes de ódio.
  14. Prevenção da violência com foco na juventude negra; mediação comunitária e justiça restaurativa com estados e municípios.
  15. Política migratória humanista: acolhimento de migrantes e refugiados e combate à xenofobia.
  16. Criar o Ministério da Segurança Pública depois da aprovação da PEC.
  17. Policiamento de proximidade; câmeras corporais com padrões nacionais; fortalecer o controle interno e externo da atividade policial.
4. Educação14 propostas · p. 30–34
  1. Cumprir as metas do Plano Nacional de Educação 2026–2036.
  2. Chegar a 80% das crianças alfabetizadas na idade certa (eram 66% em 2025); combater o analfabetismo adulto.
  3. Estratégia nacional permanente de recuperação da aprendizagem, com foco nos anos finais do fundamental e no ensino médio.
  4. Ampliar o apoio à construção de creches na segunda edição do Novo PAC.
  5. Educação em tempo integral como “absoluta prioridade”, com financiamento do Fundeb; apoio à construção de escolas de tempo integral.
  6. Universalizar a internet de qualidade nas escolas (75% já conectadas).
  7. Continuar e fortalecer o Pé-de-Meia: nenhum jovem pobre deve deixar a escola por falta de renda.
  8. Ampliar o MEC Livros e incluir novas línguas no MEC Idiomas.
  9. Apoio técnico a estados e municípios e compartilhamento de dados educacionais.
  10. Manter o Piso Nacional do Magistério; Pé-de-Meia Licenciatura; Bolsa Mais Professores para fixar docentes em regiões carentes.
  11. Expandir os Institutos Federais (111 novos, em 106 municípios), priorizando interior e periferias; Partiu IF (cursinho gratuito para o 9º ano).
  12. Concluir obras de universidades e novos campi; concluir o ITA no Ceará, a Universidade Indígena e a Universidade do Esporte.
  13. Novo ciclo de expansão e interiorização do ensino superior público; melhorar a assistência estudantil.
  14. Ampliar a pós-graduação em regiões pouco atendidas; novos hospitais universitários ligados ao Agora Tem Especialistas.
5. Saúde17 propostas · p. 34–40
  1. Apoiar a expansão das equipes de saúde da família e multiprofissionais, com parâmetros de qualidade em áreas vulneráveis.
  2. Intensificar teleconsultas e teleatendimento na atenção básica; mais exames e diagnósticos para evitar encaminhamentos desnecessários.
  3. Integrar atenção básica, vigilância, assistência farmacêutica e especialistas, com prontuário compartilhado.
  4. Consolidar o prontuário único do cidadão; marcar consultas e ver resultados de exames pelo celular.
  5. Usar IA para triagem, priorização de casos graves, regulação por risco e diagnóstico onde faltam especialistas.
  6. Mais Médicos com formação de especialistas em medicina de família e comunidade.
  7. Brasil Sorridente: apoiar municípios a universalizar a saúde bucal.
  8. Farmácia Popular 100% gratuita, com revisão dos remédios, fraldas geriátricas, mais pontos de retirada nas periferias e inclusão de exames para hipertensão e diabetes.
  9. Ampliar a vacinação, com campanhas, vacinação nas escolas (HPV), dengue para toda a população elegível e VSR; incorporar novas vacinas.
  10. Ampliar o Agora Tem Especialistas: terceiro turno, Carretas da Saúde, mutirões e parcerias com hospitais privados em troca de créditos ou dívidas.
  11. Modernizar equipamentos (hemodinâmica, tomografia, ressonância, radioterapia, PET-CT); telecirurgia, cirurgia robótica e hospitais inteligentes.
  12. Fila única digital para especialistas, ordenada por risco clínico com IA, e transporte sanitário em todas as regiões.
  13. Consolidar “a maior rede pública de cuidado ao câncer do mundo”; Supercentro Brasil de telediagnóstico; mais UNACONs e CACONs.
  14. Saúde da mulher: câncer de mama e colo do útero, endometriose, contraceptivos de longa duração gratuitos, Dignidade Menstrual, redução da mortalidade materna (atenção a mulheres negras).
  15. Parto seguro para mulheres do campo e da floresta; SAMU integrado à Rede Alyne; casas de gestantes; ambulância perinatal; enfermeiras obstétricas na Amazônia.
  16. Saúde mental: mais investimento nos CAPS, atenção a crianças e jovens, pessoas com autismo e neurodivergências, mulheres vítimas de violência e pessoas afetadas por apostas.
  17. Complexo Econômico-Industrial da Saúde: parcerias para produção nacional (insulina, hemoderivados), insumos farmacêuticos da biodiversidade e sequenciamento genômico.
6. Cultura e esporte10 propostas · p. 40–44
  1. Aperfeiçoar a Lei Aldir Blanc e a Lei Rouanet, com transparência e desconcentração regional; fortalecer o Conselho Nacional de Política Cultural.
  2. Salvaguarda e valorização de mestras e mestres das culturas populares, com regras de direito autoral sobre seus saberes.
  3. Fortalecer os Pontos de Cultura (Cultura Viva) e a infraestrutura cultural nas periferias; manter CEUs da Cultura e bibliotecas.
  4. Regulamentar o streaming (VOD) no interesse nacional; política industrial para o audiovisual.
  5. Lei de direito autoral no ambiente digital e regulamentação da IA para que artistas sejam pagos quando plataformas usarem conteúdo brasileiro.
  6. Diplomacia cultural; crédito e formação para economia criativa; apoio à indústria de games.
  7. Integrar cultura e educação (Mais Cultura nas Escolas); formação de plateia.
  8. Ampliar o Bolsa Atleta e manter o patrocínio de estatais ao esporte olímpico e paralímpico.
  9. Realizar a Copa do Mundo de Futebol Feminino em 8 capitais.
  10. Implantar a Universidade do Esporte; rede nacional de pesquisa em esporte; ampliar as Arenas Brasil.
7. Direito à cidade9 propostas · p. 44–47
  1. Reforçar a capacidade técnica e financeira dos municípios para planejar e executar obras.
  2. Manter e ampliar o Minha Casa Minha Vida para todas as faixas de renda, com foco nas famílias de menor renda.
  3. Compra Assistida de imóveis prontos em situações excepcionais; usar terrenos da União em áreas centrais; Fundo Imobiliário da União.
  4. Aprimorar e ampliar o Reforma Casa Brasil.
  5. Periferia Viva: garantir recursos para concluir urbanizações de favelas e fazer novas seleções.
  6. Apoiar a universalização de água e esgoto, priorizando periferias.
  7. Transporte coletivo de alta capacidade (metrô, trem, VLT, BRT) e eletrificação das frotas, com indústria nacional.
  8. Adaptação das cidades ao clima: contenção de encostas, drenagem, infraestrutura verde; Defesa Civil mais forte.
  9. Gestão de resíduos e esgoto com produção de biogás e biometano.
8. Economia, indústria e tecnologia24 propostas · p. 47–58
  1. Manter o novo arcabouço fiscal; resultado fiscal com crescimento, controle do aumento do gasto, eficiência, justiça tributária e combate a privilégios.
  2. Criar condições para queda sustentada dos juros, com inflação controlada e renda crescendo acima do custo de vida.
  3. Elevar a taxa de investimento em infraestrutura logística e social e na indústria.
  4. Fortalecer a regulação do sistema financeiro; aprofundar o mercado de capitais (debêntures de infraestrutura, fundos, recebíveis).
  5. Monitorar o endividamento de famílias e empresas; manter fundos garantidores; controlar gastos excessivos com apostas online; mais proteção ao consumidor no crédito.
  6. Nova Indústria Brasil: neoindustrialização com foco em inovação, IA e minerais críticos.
  7. Programa Conhecimento Brasil para repatriar e fixar cientistas.
  8. Financiamento direcionado, compras públicas e exigências de conteúdo local e margem de preferência para empresas brasileiras; FNDCT sem bloqueios.
  9. Taxonomia Sustentável e incentivos para práticas sustentáveis; regulamentar o mercado de carbono (SBCE).
  10. Produção local em cadeias estratégicas e Indústria 4.0; priorizar setores de média e alta tecnologia.
  11. Política para minerais críticos e terras raras, evitando exportar só matéria-prima.
  12. Exportações de maior valor agregado e defesa comercial.
  13. Nova edição do Novo PAC; concessões de rodovias; leilão de novas ferrovias e repactuação de contratos; aeroportos regionais e novas rotas; arrendamentos portuários.
  14. Soberania digital; ecossistema nacional de data centers e nuvem; IA desenvolvida por empresas brasileiras.
  15. Supercomputadores nacionais; data centers com salvaguardas ambientais, energia renovável e contrapartidas de conteúdo local.
  16. Modelos de linguagem em português; plataforma nacional de dados; IA no agro, saúde e finanças; transformação digital de pequenas empresas.
  17. Hub nacional de competências digitais.
  18. Reduzir o déficit de fibra óptica (11% dos municípios); 5G no campo com prioridade para Norte, Nordeste e periferias; uso do FUST.
  19. Centro Nacional de Transparência Algorítmica e rastreabilidade de conteúdo sintético.
  20. Fundos constitucionais (FNE, FNO, FCO) para o desenvolvimento regional; regulamentar o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional.
  21. Amazônia como eixo estratégico: indústria farmacêutica, alimentos, cosméticos da biodiversidade; regularização fundiária; Fundo Amazônia.
  22. Nordeste como polo de indústrias eletrointensivas: siderurgia verde, fertilizantes, química, cimento, alumínio, minerais críticos, hidrogênio.
  23. Turismo: novos destinos e roteiros (gastronomia, arte, ecoturismo); promoção internacional.
  24. Pequenas empresas: simplificar o ambiente de negócios, acesso a compras públicas, tratamento justo na reforma tributária, crédito com fundos garantidores, ampliar o Brasil Mais Produtivo.
9. Segurança alimentar e produção agrícola20 propostas · p. 58–63
  1. Fortalecer as instâncias de participação em segurança alimentar; seguir liderando a Aliança Global contra a Fome.
  2. Apoiar estados e municípios a comprar 45% da merenda da agricultura familiar e 80% de alimentos in natura.
  3. Regras de publicidade contra produtos nocivos à saúde; Imposto Seletivo para desestimulá-los.
  4. Expandir o Plano Safra da Agricultura Familiar, com prioridade para alimentos da cesta básica; crédito para agroecologia, orgânicos, jovens, mulheres e cooperativas.
  5. Simplificar o crédito com soluções digitais (Meu Imóvel Rural).
  6. Ampliar o PAA (compra de alimentos da agricultura familiar) e a assistência técnica rural (ATER); facilitar a venda interestadual de agroindústrias familiares.
  7. Fortalecer o Mais Alimentos (máquinas para pequenas propriedades), o Garantia-Safra e o seguro rural da agricultura familiar.
  8. Plano Nacional de Agroecologia; Florestas Produtivas e sistemas agroflorestais; bioinsumos para reduzir dependência de fertilizantes importados.
  9. Reforma agrária: assentar famílias acampadas, estruturar assentamentos e ampliar o crédito fundiário; regularização fundiária no Norte.
  10. Acelerar a titulação de quilombos e a regularização de terras de povos tradicionais.
  11. Ampliar o PRONERA (educação na reforma agrária), o acesso à água, o saneamento rural, o Programa Cisternas e a energia elétrica no campo.
  12. Prevenir a violência no campo e proteger defensores de direitos humanos e ambientais.
  13. Pesca artesanal e aquicultura familiar.
  14. Fortalecer o crédito rural e o Plano Safra para o agronegócio, com juros compatíveis; financiar máquinas, irrigação e tecnologia; títulos do agronegócio.
  15. Programa nacional de resiliência climática no campo: irrigação, conservação do solo, plantio direto, alertas meteorológicos; Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.
  16. Seguro rural mais forte e um instrumento para cobrir catástrofes climáticas.
  17. Abrir novos mercados para o agro (656 abertos no mandato); adidos agrícolas e missões comerciais.
  18. Recuperar pastagens degradadas; melhoramento genético; rastreabilidade individual do rebanho.
  19. Fortalecer a Embrapa (biotecnologia, edição genômica); conectividade no campo.
  20. Biocombustíveis (etanol de milho e cana, biodiesel, SAF) e biogás; acelerar a produção nacional de fertilizantes pela Petrobras.
10. Energia e transição para baixo carbono16 propostas · p. 63–69
  1. Garantir segurança energética, avançar na transição energética justa e combater a pobreza energética.
  2. Mais fontes renováveis, armazenamento e substituição progressiva de combustíveis fósseis por biocombustíveis e hidrogênio.
  3. Cadeias de baterias, hidrogênio, petroquímica verde, fertilizantes e reatores nucleares modulares; eletrificação de ônibus, trens e metrôs.
  4. Riscos climáticos obrigatórios no planejamento do setor elétrico; expansão coordenada de transmissão e geração.
  5. Novas hidrelétricas por critérios socioambientais; repotenciar usinas existentes; acelerar a redução do carvão.
  6. Continuar os leilões de transmissão; nova fronteira de investimentos em baterias.
  7. Debater como baratear a energia para casas e empresas, com justiça tarifária.
  8. Luz do Povo (conta zero até 80 kWh/mês para famílias do CadÚnico) e Luz para Todos com fontes limpas.
  9. Gás do Povo: botijão gratuito para famílias de baixa renda.
  10. Seguir amortecendo a volatilidade dos preços internacionais do diesel, gasolina e gás.
  11. Expandir e integrar a infraestrutura de gás natural, inclusive com a América do Sul; estimular gás e biometano.
  12. Petrobras: mais exploração em terra e mar, campos maduros, retorno à distribuição de combustíveis, mais refino, Transpetro na logística de GNL.
  13. Petrobras alinhada ao Acordo de Paris, com investimentos de baixo carbono; readequar o REPETRO à descarbonização; conteúdo local na indústria naval.
  14. Aprimorar o RenovaBio; fortalecer a Petrobras Biocombustíveis; SAF, biometano e combustíveis marítimos.
  15. Políticas bioenergéticas considerando o uso do solo, da água e dos fertilizantes.
  16. Energia nuclear só para fins pacíficos; autonomia no ciclo do combustível nuclear; uso responsável do urânio.
11. Sustentabilidade ambiental e climática15 propostas · p. 69–73
  1. Desmatamento líquido zero até 2030; planos de controle do desmatamento e Plano Nacional de Manejo Integrado do Fogo.
  2. Efetividade do Código Florestal e da Lei da Mata Atlântica.
  3. Destinar terras públicas a unidades de conservação, terras indígenas, quilombolas ou assentamentos; regularização fundiária.
  4. Contribuir para um mapa global de eliminação do desmatamento.
  5. Cumprir a nova NDC: reduzir de 59% a 67% das emissões até 2035.
  6. Participar do debate sobre um mapa do caminho global para longe dos combustíveis fósseis, preservando a soberania energética.
  7. Fundo Clima, Eco Invest e Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) como instrumentos de financiamento.
  8. Arranjos regionais de governança climática com estados, municípios, universidades e setor produtivo.
  9. Incentivar Reservas Particulares (RPPNs) e valorizar os 75 parques nacionais com turismo sustentável.
  10. Direitos animais: ampliar o ProPatinhas (castrações), o SinPatinhas (cadastro de cães e gatos), nova Conferência em 2028, penas mais duras para maus-tratos.
  11. Pagamento por Serviços Ambientais para biodiversidade; reconhecer a restauração biocultural.
  12. Caatinga como ativo para o clima; financiamento climático permanente para o Semiárido.
  13. Fiscalização mais forte; rastreabilidade das cadeias produtivas com o setor privado; satélites e IA contra crimes ambientais.
  14. Revitalizar bacias hidrográficas e ampliar a segurança hídrica.
  15. Adaptação climática como eixo permanente; planos estaduais e municipais contra calor extremo; protocolos para atender população atingida por desastres.
12. Trabalho18 propostas · p. 73–77
  1. Continuar a valorização do salário mínimo para distribuir renda e combater a pobreza.
  2. Ligar crédito público, incentivos e compras do governo à geração de empregos de qualidade.
  3. Fortalecer o Sistema Público de Emprego; Plataforma Pública Nacional de Empregabilidade com IA no SINE.
  4. Estimular ocupações sociais (meio ambiente, cultura, patrimônio, esporte, cuidado).
  5. Combater a “pejotização” fraudulenta com fiscalização e regras.
  6. Sistema de proteção para trabalhadores de plataformas: relação de trabalho, remuneração, condições, direitos, previdência e transparência dos algoritmos.
  7. Requalificação para categorias afetadas pela tecnologia.
  8. Atuar no Senado pelo fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas sem redução salarial, como aprovado na Câmara.
  9. Alterar regras que precarizam o trabalho e fraudes em terceirizações; retomar a assistência sindical nas rescisões.
  10. Inclusão de pessoas com deficiência; erradicar o trabalho escravo e infantil, inclusive em plataformas.
  11. Tornar obrigatórios os planos de igualdade salarial nas empresas com desigualdade, com metas progressivas.
  12. Combater xenofobia, capacitismo e discriminação racial, étnica, LGBTQIAP+ e de classe no trabalho.
  13. Economia popular e solidária: cooperativas, redes de produção, crédito orientado e compras públicas.
  14. Autônomos e pequenos empreendedores: crédito, qualificação, inclusão digital, simplificação tributária e proteção previdenciária.
  15. Fortalecer a negociação coletiva e atualizar o sistema sindical; regulamentar a negociação coletiva no setor público.
  16. Concluir a modernização do INSS; carta em casa avisando do direito à aposentadoria.
  17. Diversificar as fontes de financiamento da Previdência; contribuições mais flexíveis para trajetórias de trabalho intercaladas.
  18. Incluir na regulação das plataformas o financiamento da Previdência e a cobertura para aposentadoria, acidentes e maternidade.
13. Soberania nacional e política externa18 propostas · p. 77–83
  1. Defesa baseada em autonomia estratégica, inovação e dissuasão, com orçamento compatível.
  2. Fortalecer a Base Industrial e Tecnológica de Defesa (caças, cargueiros, fragatas, blindados).
  3. Defesa cibernética e tecnologias próprias.
  4. Inteligência de Estado civil, com controle democrático e sem uso para perseguição política.
  5. Proteger fronteiras, Amazônia e Amazônia Azul; mais presença do Estado e serviços nas fronteiras.
  6. Princípios constitucionais: independência, direitos humanos, autodeterminação, não intervenção, paz, repúdio ao terrorismo e ao racismo, asilo político.
  7. América do Sul e Caribe como zona de paz; aprofundar o Mercosul em infraestrutura, defesa, segurança, energia e saúde.
  8. Conexões com o Pacífico e o Caribe; mercado comum sul-americano de energia; fortalecer a OTCA (Amazônia).
  9. Política externa universalista; novos acordos comerciais e mercados; responder a agressões comerciais com base no multilateralismo.
  10. Ordem mundial sem submissão nem “nova Guerra Fria”.
  11. Aproximar África, CPLP, União Africana e ASEAN; reaproximação com Ásia, Oriente Médio e Europa.
  12. Reforma do Conselho de Segurança da ONU, da OMC e do FMI e Banco Mundial; fortalecer o banco dos BRICS.
  13. Aprofundar a aproximação com BRICS, Sul Global e G20; cooperação Sul-Sul.
  14. Liderar a agenda pós-2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável; Aliança Global contra a Fome; TFFF.
  15. Liderar uma governança internacional para tecnologias digitais e IA, com regulação democrática das plataformas.
  16. Reforçar compromissos de direitos humanos e igualdade de gênero e raça.
  17. Proteger brasileiros no exterior e ampliar a participação da diáspora.
  18. Oposição firme a qualquer tentativa de subordinar o Brasil a interesses estrangeiros.

Bússola de propostas · planos de 2026

Com qual plano suas ideias combinam mais?

São perguntas rápidas, em linguagem simples: 20 sobre as propostas dos planos e 10, opcionais, sobre valores e costumes. Escolha a frase que mais parece com o que você pensa. Cada pergunta explica as palavras difíceis. As respostas não dizem de qual candidato é cada ideia: no fim, mostramos com quem você mais combina.

Quer comparar com votos reais no Congresso, de candidatos, senadores, deputados, partidos e do prefeito da sua cidade? Faça também o teste de perfil político.

Metodologia

Como este site foi feito

Comparação

  • A seção “Planos completos” lista todas as propostas de cada documento, resumidas, com as páginas de origem. Os temas comparados cobrem todos os capítulos dos dois planos.
  • Fonte única: os planos de governo. Declarações, entrevistas e votações anteriores não entram.
  • Ataques ao adversário, que aparecem nos dois documentos, foram deixados de fora. Comparamos só propostas.
  • Quando um plano não fala de um assunto, dizemos isso em vez de deduzir a posição.
  • Números citados (metas, valores, resultados) são os que os próprios planos apresentam e não foram auditados por nós.

Como o teste calcula

  • Cada pergunta tem quatro frases, duas na direção de cada plano (uma mais forte, valendo 2 pontos, e uma mais moderada, valendo 1) e uma opção neutra que não pontua.
  • Só entram no teste temas em que os dois planos têm posições explícitas e diferentes. Saúde, agro e políticas para mulheres ficaram fora por terem muito consenso.
  • Temas marcados como prioridade valem o dobro.
  • Cada tema tem duas perguntas. Se você responder uma em cada direção, o tema aparece como “dividido” em vez de ser atribuído a alguém.
  • Com menos da metade das respostas indicando uma direção, o resultado é sinalizado como de baixa confiança.
  • A parte 2 (valores e costumes) tem 10 perguntas sobre temas que os planos quase não tratam, como aborto, armas, drogas, religião e família. Nela a comparação é com o campo político de cada candidato (progressista para Lula, conservador para Flávio), com base em posições públicas conhecidas. O resultado aparece separado, e o site avisa quando propostas e valores apontam para lados diferentes.

Limites

  • Nenhum questionário captura tudo o que pesa no voto: confiança no candidato, histórico, equipe e valores pessoais também contam.
  • Planos de governo são intenções. O que vira lei depende do Congresso e, às vezes, de mudança na Constituição.
  • Isto não é pesquisa eleitoral. As respostas ficam só no seu navegador e não são enviadas nem guardadas.

Fontes

  • Flávio Bolsonaro (PL). Plano de Governo 2027–2030, 76 p., registrado no TSE.
  • Lula (PT e coligação). Diretrizes para o Programa de Transformação do Brasil, 84 p., registrado no TSE em 8/8/2026.
  • Setorial Nacional de Saúde do PT. Contribuições ao Programa de Governo Lula 2027–2030, julho de 2026.
  • Todos os planos registrados: DivulgaCandContas (TSE).
  • Eleitos, projetos, gastos, emendas, votações e fake news usam também os dados abertos do TSE, da Câmara, do Senado, do Portal da Transparência e as agências de checagem. Ver todas as fontes do site.